sábado, 30 de outubro de 2010

Escorrem pelo meu rosto
e não tem como impedir.
Ainda mais quando lembro-me do desgosto,
o desgosto de senti-la partir.

Não há como esquecer
enquanto meu coração não se cure.
Mesmo assim, vou continuar a viver.
Viver e viver até o ponto que dure.

Meu coração não é cheio de vento,
ele tem sentimento.
Mas chega em uma determinada hora
que tudo isso piora.

Por fora ne contento a não chorar
lembrando-me de como era os tempos antigos.
Compartilhar a dor e o amor; dizer 'te amo' em um simples olhar...
Mas agora não voltamos nos tempos vividos
somente lamentamos os tempos perdidos.

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